Ontem fomos ao cinema, porque nos lembrámos que já temos há algum tempo, um cartão mágico que transforma os bilhetes de 5,5o€ em 3.90€, o que é fantástico porque acho que já nem me lembro de ir ao cinema com pouco mais de setecentos escudos.

Fomos ver um filme que eu adorei.
Confesso que é daqueles filmes que dá que pensar.

Um Pai conta a uma filha como conheceu a Mãe desta, da qual se está a divorciar, sem nunca pronunciar o nome da Mãe, de maneira a que a filha descubra, no meio de três mulheres importantes, qual delas é a sua Mãe.

Depois de encontros e desencontros, e da filha lá descobrir quem é a Mãe, ela ajuda o Pai a ficar com aquela que sempre amou, e ela a ele.
Ou seja, mesmo passados anos e com vidas feitas, e refeitas, eles ficam juntos.
O que nos leva a pensar se será mesmo assim?

Quando duas pessoas se amam mesmo, não interessa o que passam pela vida, nem quantos anos passam, elas estão mesmo destinadas a ficar juntas?

Para quem queira ir ao cinema, em português (porque é o que se vê logo) "Para sempre, talvez"

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