Desejos para um Feliz 2007




No último dia do ano costumo pensar em tudo o que se passou no Ano que está a terminar.

Lembro-me que faz agora um ano que tinha colocado um post no meu antigo blog a desejar feliz 2006 a todos, mas este ano a inspiração não é grande.


Os desejos, esses, são muitos. Que tenha um ano com tanta felicidade como este que termina, que nas minhas férias se encontrem viagens desejadas e que a vida me dê forças e esperança para enfrentar os dias menos bons.

Que o emprego mude, que as €stabilidade aumente, que os amigos se mantenham e que a saúde vigore.


Depois de mais um ano em que a vida nos mostra e ensina sempre algo, desejo que este ano nos entregue a paz e o Amor desejados. A felicidade, a esperança, a conquista e novas vidas.


Que depois de um ano em que vemos maravilhas a crescer (a minha menina "Kika", o Afonso), vejamos mais a nascer e a fortelecer; que possamos manter-nos unidos mesmo longe e contribuir para as alegrias da Vida (Rodrigo sempre com força!!)


Em 2007, só desejo ter-te a meu lado para me ajudar a ultrapassar tudo de menos bom que aparece para nos mostrar que estamos juntos.Continuar os nossos sonhos, lutar pelos nossos objectivos e acreditar-mos que juntos conseguimos.


Quero ter-te a ti, amiga, sempre comigo, mesmo com poucos telefonemas ou poucos encontros. Quero continuar a desabafar contigo e ser compreendia por ti, como muitas vezes não o sou por ninguém.


Desejo ter-vos a vocês duas sempre por perto para as gargalhadas que damos tantas e tantas vezes, porque o nosso disparate é tanto mas acredito que seja um raio de sol nas nossas vidas.


Porque me quero manter perto de vós e sentir que seremos umas para as outras sempre.


Porque não me quero desiludir.


Desejo que neste ano a amizade que construimos as duas depois daquela batalha, continue a crescer como agora.


Desejo ver-vos sempre perto de mim, mesmo não nos vendo tantas vezes como antes.


E desejo que em 2007 se mantenha em nós o aconchego que tanto nos une agora e que tanto nos afastou enquanto estavamos sempre juntos. Que vos tenha a minha vida toda e que especialmente para vós o ano vos sorria!!


Desejo-vos a todos, que este novo ano vos ofereça conquistas, ambições, saúde, amor e felicidade. Amizade e respeito.

Que neste ano me tenham convosco!


Feliz 2007!

Sexta-feira, a última de 2006

Costumo ouvir uma rádio que celebra todas as sextas-feiras da semana como se fosse a última sexta-feira.
Acontece que hoje é mesmo a última sexta-feira do ano de 2006!

Já aqui falei de como gosto das sextas-feiras apesar de as mesmas implicarem mais um dia de trabalho, no entanto esta sexta-feira estou a senti-la de maneira diferente.
Não sei se convosco se passa o mesmo, no entanto esta sexta-feira, talvez por ser a última, encontro-me mais pensativa.
Quantas vezes ansiei por uma sexta-feira por estar farta da semana de trabalho, ou porque tinha qualquer coisa importante no fim-de-semana, ou mesmo porque era nesse fim-de-semana que o meu namorado/noivo/marido estaria de folga!

Hoje, além da preguiça que sinto, parece que não é sexta-feira, porque parece que o ano Novo vai trazer qualquer coisa que não me deixa gozar a minha sexta-feira.

Seja como for, desejo a todos uma excelente última sexta-feira do ano! Divirtam-se!

Despedida de 2006

Encontramo-nos na última semana do ano, em que muitos pensam na festa da passagem de ano, na decoração, no tema e nas plumas (não é??), outros pensam ainda onde poderão passar a passagem de ano, enquanto existem pessoas que nem ligam porque nem sabem se querem um ano melhor ou igual ao que está a passar, porque se calha ser pior, então aí a coisa corre mal.

Nesta altura do ano tento sempre acreditar que o próximo ano seria melhor, mas por outro lado, se há altura que detesto em todo o ano, é o final e o início de cada, porque nunca sei o que vou encontrar e porque ainda falta tanto tempo para perceber se o ano está a valer a pena.
No ano passado estava optimista, ou não me fosse casar, e acreditava que as coisas poderiam melhorar. Que podia ter aquele trabalho mais estável depois do casamento, que a nossa vida se podia endireitar, que a vida daqueles de quem gosto fosse também endireitar, mas ao contrário tal não aconteceu, e é mais ou menos por esta altura que começo a pensar se vale a pena desejar tanto, todos os anos, coisas que nem deverão realizar-se?

A quatro dias no novo ano, de um ciclo que se repete com coisas iguais, identicas, e algumas novas, só desejava que este ano de 2007 me mostrasse que nem sempre as coisas são como estou a pensar.
Mas não quero despedir-me de 2006 sem primeiro agradecer a alegria que ele me deu, desde ter preparado o casamento com o meu Noivo, para depois nos casarmos e para conhecer locais fantásticos com o meu marido.
Porque este ano de 2006 me mostrou que em casa tenho alguém com quem posso contar e com quem sou feliz.
Agradecer porque este ano de 2006 trouxe-me união a pessoas que me eram tão próximas mas das quais eu me afastava tantas vezes, fortaleceu-me amizades, ofereceu-me novos amigos e família (o Gil), oferecendo-me também Amor, alegria e compreensão, apesar de nem todos os dias me sorrirem.

Meio ano


Há seis meses andava super stressada porque dali a menos de 24 horas era o nosso casamento.

Andámos o dia inteiro para trás e para frente, o tempo parecia ser curtissimo, apesar de os dias serem enormes, e no final separar-me do meu noivo, em tanto tempo, para não nos vermos até à entrada da igreja.


Hoje estamos na ante-véspera de Natal, os dias são curtos, a calma é maior, e encontro-me sozinha, com o nosso gato Gil, sentada no sofá que fica defrente para a nossa primeira árvore de Natal.


Como o tempo voa...seis meses.

A nossa casa, o nosso cantinho. A nossa vida, o nosso amor, os nossos sonhos e projectos.


Espero que daqui a uns 20 anos estejamos juntos, numa casa maior, com os nossos sonhos e projectos concretizados, com a Maria e o ? ainda não se sabe porque tu és um indeciso, e sempre com aqueles que nunca nos deixam em tempo algum e que eu e tu sabemos que estão sempre presentes.


Um Feliz Natal!

Alegria


Em tempo de desilusões e cansaços natalícios, existe sempre algo que nos consegue transformar e dar-nos um sorriso.


Como ontem, quando revi pessoas e lugares queridos da altura em que era estagiária a terminar o curso.

A alegria que demonstram assim como a boa disposição, conseguem marcar o nosso dia. A palavra de esperança e a boa vontade mostra-nos que não somos esquecidos.


Ou como hoje, em que passado algum tempo de uma "separação" dolorosa e de alguns encontros depois, conseguimos estar com uma pessoa da qual gostamos muito e que nunca se afasta, e entre um almoço apressado nos dá esperança e alegria.


São momentos como estes que nos mostram as verdadeiras prendas e alegrias de Natal.


Obrigada!


Beijinhos especiais.

Cansada...


Nunca nada corre como esperamos!

Ainda me hão-de explicar porque raio existem trabalhos ao sábado, ou ao sábado de manhã. De segunda a sexta não chega?


Sempre adorei os meus fins de semana e agora que tenho um objectivo ao Sábado, aparece uma coisa que gostava de fazer que inclui as manhãs de Sábado. Isto não é normal, não é!


Estou cansada de procurar e não encontrar, de tentar e não conseguir e pior de querer perceber o porquê desta situação toda.


Por mais que amigos me tentem ajudar, parace que o rio não corre para o mesmo lado que o nosso e que todas as forças se esgotam.


Pai Natal, por favor, traz-me em 2007 aquele presente que tu sabes que eu mais do que querer, preciso!

Saudade do Natal


A poucos dias do Natal o meu espírito está a zero.

Já comprei as prendas, tenho a casa preparada, no entanto não sei porquê mas o espírito que pensava ter nesta altura não existe.


Esperava estar mais contente mas no entanto as circunstâncias da vida não me levam a tal.


Nos últimos dias apercebi-me de coisas tristes, de atitudes erradas e de saudades...saudades de tempos em que era pequenina e tinha férias de Natal para poder ver os desenhos animados, o Natal dos Hospitais (sim quando tinhamos 5 anos era uma tarde fantástica), ou mesmo para descansar de testes que me tinham preenchido os dias do curso, dias esses que duravam oito horas.


Tenho saudades daquele entusiasmo de estarmos a chegar ás férias, de me ter escalfado a estudar e ter boas notas (ou satisfatórias) e de saber que na semana seguinte iria dormir até as duas, três da tarde que ninguém me chateava, e que depois na véspera de Natal conseguia ficar acordada até de madrugada.


O Natal traz-me destas coisas, em que percebo que o que era bom acabou-se e que hoje em dia esta época demonstra-nos que nem tudo é perfeito, que por mais que trabalhemos não temos o suficiente para dar o que pretendemos e que existem muitas pessoas que nem Natal têm.


Por isto quero voltar a ser pequenina e lembrar a altura do Natal como aquela altura do ano em que está frio mas onde o sol brilha sempre e onde não existe dores de cabeça, preocupações e tristezas.


Bom Natal!

Desilusão de Natal

Não sei se é da altura do ano mas o letreiro na minha cara devia ser "não estou para ninguém". Não me apetece aturar ninguém nem ver ninguém muito menos festejar um ano que se aproxima e que desejo que seja melhor que o anterior.


Cada vez mais me desiludo com as pessoas que julgo serem verdadeiras. O que é engraçado é que parece que não vejo quando as mesmas são falsas. Até posso pensar que existe qualquer coisa que não bate certo, mas daí a serem tão falsas nem me passaria pela cabeça.

É a vida que temos, por isso optamos por ignorar, afastar e cortar definitivamente!

Ontem alguém me disse que a minha tendência é mesmo essa, afastar-me das pessoas que julgo não merecerem todo o carinho que sinto por elas, por ás vezes me sentir "enganada".

Por isso, nesta época o pior presente que se pode receber são estes assim, e daí a minha linda satisfação, não é?

Mas o que vale é que quando se perde alguém conhecemos outros melhores que nos fazem rir e que nos demonstram constantemente que estamos juntos é pa diversão e companheirismo.

Pior que isto só mesmo estar doente a dobrar!! ;)

Cidade encantada


Dizem que Coimbra tem mais encanto na hora da despedida, pois para mim essa é a pior hora, porque no meu ver Coimbra tem sempre encanto.
É daquelas cidades em que nunca vivi nem tinha ninguém, no entanto a paixão pela cidade já era grande. Tão grande que sempre disse que iria estudar para Universidade de Coimbra.

Hoje em dia sou felizarda porque o meu marido nasceu em Coimbra e a família porreira está toda lá. Desde os tios, aos primos, aos companheiros dos primos, é uma alegria constante.

Chego a nossa querida casa e por mais que a adore é o que eu digo ao meu marido..."Iria para Coimbra, desde que os meus Pais também se mudassem".

Lá consigo sentir uma calma no ar e qualquer coisa mais que não consigo encontrar cá. Será o romântismo da história de Pedro e Inês que me deixa assim, ou será apenas a própria moldura citadina?

Seja o que for, hoje levantei-me com sono (mais uma noite sem dormir) e triste, porque o frio que sentia no nosso quarto não era daquela cidade mas sim de outra que não me preenche e na qual a minha vida não tem a mínima graça.

Preciso de Dormir!


Nos últimos dias não me tenho sentido muito inspirada. Nem para escrever, e quanto tal acontece é grave, porque normalmente em dias "não", a minha aptidão para a escrita é maior.


Sinto que preciso de espairecer, sair deste Mundo, deixar tudo para trás. Ando cansada, desanimada, em baixo.

Por exemplo, ultimamente acordo por volta das 6 horas e 30 minutos da manhã e dormir mais é um sonho, o que faz com que ande o dia todo cansada. O pior é que quando chega a noite o sono nunca aparece. O meu cansaço é tanto que tenho pesadelos com o trabalho.


Neste momento um simples almoço com os colegas fora deste meio, pode servir para espairecer e esquecer por momentos que a nossa vida não tem grande piada.


À noite, quando estou em casa com os meus dois amores, também me consigo esquecer de tudo e pensar que é ali que se encontra o meu alicerce para a vida.


Começo a desesperar, a gritar, a chorar. Quero desaparecer, fugir, sentir-me novamente bem comigo mesma e pensar por momentos que tudo não passou de um pesadelo!

Labuta diária


Hoje sinto-me especialmente...triste! Ontem adormeci cedíssimo (felizmente, porque as minhas horas de sono são mínimas) e quando acordei de manhã senti um vazio tão grande na minha vida que nem queria sair da cama.


Quantos de nós se levantam de manhã sem vontade de fazer nada, como se o trabalho fosse uma obrigação?! Comigo é comum.


Há uns tempos atrás confrontei um amigo muito querido porque ele é um dos poucos previligiados que com vinte e poucos anos concretizou o seu sonho que é também o seu emprego, enquanto que grande parte das pessoas passam a vida a tentar alcançar algo que as deixe plenamente felizes.


Há uns largos anos as pessoas trabalhavam para ter um sustento como é claro, mas sabiam que poderiam passar a sua vida na mesma empresa, onde tinham os seus amigos e colegas certos, e que um dia quando chegassem à sua velhice teriam os mesmos amigos e algo para aproveitar. Hoje em dia a vida não se resume a ter um emprego estável, mas sim um emprego que nos concretize a nível pessoal, profissional e financeiro.


Hoje os nossos problemas e conversas de café resumem-se muitas noites ao trabalho e à dificuldade da vida, ao IRS e aos descontos para a Segurança Social, e à esperança de um dia podermos estar no mesmo local a conversar sobre a sorte que temos por ter um emprego que gostamos e que nos preencha a nível profissional, pessoal e claro, financeiro.


Até lá, é como costumo dizer, é não parar de lutar!


A Estrela escreve ao Pai Natal

Querido Pai Natal,


Espero que te encontres bem e com imenso trabalho, pois isso significa que Portugal está a recuperar da crise.


Escrevo-te para te pedir as minhas prendas, que nem são muitas. Para além de alguma roupa que necessito, de uns dois livros que quero ler, o que preciso mesmo que me tragas para o ano que se aproxima é de um novo e bom emprego, para que dessa forma eu e o meu marido estejamos mais desafogados economicamente.




Se tal não for possível só espero que no sapatinho me tragas tanto amor, alegria e saúde como durante este ano que termina. E Pai Natal, se não te importares, uma viagem como as deste ano!




Beijinhos grandes,


Estrela (não é a Estrelinha da TVI, não confundas...)