
Falar com alguém que trabalha para o Estado é sempre uma aventura, mas admito que com os tipos do Centro de emprego de Sintra passo-me completamente, ao ponto mesmo de lhes querer bater.
Começa com o facto de o centro se encontrar ABERTO AO PÚBLICO até ás 16h30, no entanto as 9h20, o mais tardar, já não existem senhas para que serviço fôr.
Eu era o 10, e cheguei perto das 8h30 da manhã, fui atendida eram 11h45 e saí de lá já passava do meio dia, o que deu para perceber porque dão poucas senhas.
O empregado que me atendeu, apesar deste ser muito simpático, actualizou a conversa com uma colega e quando foi tirar cópias de uns míseros papéis demorou um quarto de hora.
Antes, o Segurança do Centro, que se acha a pessoa mais inteligente à face da terra, está a dar as senhas aos pobres ncoitados, que como eu, têm de se dirigir ali para tentar algum sustento enquanton não existe emprego.
Pois bem, por vezes, como ele falava para dentro, as pessoas dirigiam-se a ele a fazer perguntas enquanto ele dava as senhas.
Quando se foi sentar na sua secretária enfadonha, gritou aos sete ventos que as pessoas são lerdas porque vão lá fazer perguntas quando ele está a entregar senhas.
Claro que começou tudo a mandar vir ao que a minha Mão lhe perguntou se foi a inteligencia dele que o colocou naquele emprego TÃO difícil de executar.
O rapaz fugiu e não apareceu numa boa meia hora.
Hoje tive de ligar para o Centro de emprego. Tenho de me apresentar numa reunião que dura 3 HORAS no dia 28, quinta-feira, mas nesse dia temos de ir a Oliveira ver da Avó do André.
O senhor atendeu logo com aquela veoz de "Não me chateiem" e quando lhe disse que precisava de um esclarecimento respondeu logo aos berros "Olhe, preciso do nome de quem lhe marcou essa entrevista, e isso está aí na carta, mas agora também não vale a pena porque está tudo a almoçar!"
Quem me conhece sabe que não sou de meio termo, ao que respondi com a minha voz mais cínica "Desculpa, mas o senhor não me sabe responder a uma simples questão sobre as justificações de faltas?"
Ao que o empregado afirmou logo "Claro que sei! Diga lá então?"
Feita a pergunta e dada a resposta, acho que vou ver bem isto com o André e devemos ir mais tarde. Senão depois deve ser uma bela confusão.
Tenho de ligar para lá e falar com quem me escreveu a cartinha!!
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