Levantei-me, cansada e para morrer. A vontade de ficar na cama é mais forte do que eu.
Hoje tive daquelas noites em que nada dormir, e o "prazer" de vir trabalhar já me está a dar enjoos. Nem sei bem o que fazer.
Este fim-de-semana falei com o meu marido sobre aquelas situações de "um dia quando olharmos só teremos algumas pessoas" porque provavelmente não somos nós que as afastamos.
Encontramo-nos numa fase em que damos mais valor a certos gestos e existem frases e atitudes que não se tomam aos amigos, e por isso o afastamento é normal. Não porque o queremos, mas porque nos apercebemos de coisas que já se tornam hábitos e daí não querermos mesmo deixar passar, porque talvez por deixarmos passar em vezes anteriores, as coisas tornam a suceder.
Chorar...acto geral nos últimos meses, compreensivel para uns e incompreensível para outros.
A sala, o sofá e a cama, sempre juntos em momentos menos bons.
O marido que dá a força, o amigo que entende e ajuda, a amiga que mostra que as coisas vão mudar.
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